LUPITA NYONG'O É ELEITA A MULHER MAIS BONITA DO MUNDO PELA "PEOPLE"

Lupita Nyong'o, que venceu um Oscar neste ano por seu trabalho em "12 Anos de Escravidão", foi eleita como a mulher mais bonita do mundo pela revista norte-americana "People". 

A capa da edição com a atriz de 31 anos foi revelada nesta quarta-feira (23).

Em entrevista à publicação, Lupita se mostrou animada em ter recebido o título. "Foi animador e um enorme elogio. Eu fiquei feliz por todas as meninas que me verão na capa e se sentirão um pouco mais vistas", afirmou.

Nascida no México e criada no Quênia, a artista revelou que nem sempre se sentiu bonita, pois associava a beleza com "pele clara e cabelos longos, esvoaçantes e lisos". "Subconscientemente, você começa a gostar mais dessas coisas do que daquilo que você é", disse a atriz, acrescentando que sua mãe, Dorothy, sempre a elogiou pela beleza: "E eu finalmente acreditei nela em algum ponto".

Segundo Lupita, alguns elogios que recebe atualmente são os que a deixam mais feliz. "Gosto quando sou chamada de linda sem estar usando uma gota de maquiagem. E também antes de pentear meu cabelo e colocar um vestido bonito".

Sobre o segredo de sua beleza, a atriz disse: "A felicidade é a coisa mais importante". Lupita ainda contou que é fã de mudanças nos cabelos – ela já tingiu as madeixas de várias cores, menos loiro, e até ficou careca. "Era muito estranho e frio. Foi assustador, mas eu gosto de me desafiar".

Jess Cagle, diretor editorial da "People", explicou a escolha no programa de televisão "Today": "Ela é fantástica. Ela é a vencedora dos Oscar e a nova embaixadora da Lâncome, ao lado de Julia Roberts e Penélope Cruz. Ela é a última moda. Não houve competição possível. Ela parecia a única opção. Geralmente, há muito debate, mas desta vez estávamos todos de acordo. Ela é obviamente talentosa, obviamente bonita, incrivelmente estilosa, mas o jeito com que ela se porta, com tanta graça e humildade, foi o que a colocou no topo".

Entre as outras belas lembradas na lista, estão as atrizes Keri Russell, Jenna Dewan-Tatum e Amber Heard, além da cantora Pink e da ex-lutadora Stacy Kleiber, que também é ex-namorada do ator George Clooney.


http://celebridades.uol.com.br/noticias/redacao/2014/04/23/lupita-nyongo-e-eleita-a-mulher-mais-bonita-do-mundo-pela-people.htm.

PAIGC GANHA LEGISLATIVA NA GUINE-BISSAU, PRESIDENCIAIS VAO TER SEGUNDO VOLTA

Cargo de Presidente da República será disputado em Maio, entre o candidato do principal partido e o favorito dos militares.

O PAIGC (Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde) venceu as eleições de domingo na Guiné-Bissau e conseguiu a maioria absoluta, mas perde deputados face às últimas legislativas. O candidato presidencial da principal força política do país, José Mário Vaz, vai disputar a eleição para a chefia do Estado numa segunda volta com Nuno Gomes Nabiam, independente apoiado pelo ex-Presidente Kumba Ialá, que morreu há duas semanas.

As eleições gerais, cujos resultados provisórios foram divulgados na quarta-feira à noite, em Bissau, marcam o regresso do país à democracia, após o golpe de Estado de Abril de 2012. Os votos dos eleitores guineenses determinam que o próximo primeiro-ministro seja o líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, 50 anos, secretário executivo da CPLP (Comunidade dos País de Língua Portuguesa) até 2012.

O PAIGC, que liderou a luta pela independência e foi até ao início dos anos 1990 o partido único da antiga colónia portuguesa, elegeu 55 deputados que lhe garantem a maioria absoluta num parlamento de 102 lugares. Mas perde 12 face aos 67 que conseguiu nas anteriores legislativas, em 2008. Os resultados — que não incluem ainda dois deputados que representarão a emigração — confirmam que a segunda força política da Guiné-Bissau continua a ser o PRS (Partido da Renovação Social), que vê aumentado o número de eleitos de 28 para 41. Os quatro restantes deputados já eleitos distribuem-se por três pequenas forças políticas: Partido da Convergência Democrática, dois mandatos; Partido da Nova Democracia, um; União para a Mudança, um.

Nas presidenciais, o candidato dos “libertadores”, João Mário Vaz, conseguiu 40,99% dos votos. Na segunda volta, prevista para 18 de Maio, tem como adversário Nuno Gomes Nabiam, que recolheu no domingo 25,14%.

O terceiro mais votado, num total de 13 candidatos, foi Paulo Gomes, independente que conseguiu 9,87%. Segundo informação obtida pelo PÚBLICO, não deve dar indicação de voto para a segunda volta. O candidato oficial do PRS, Abel Incada, obteve 7,3%. Os outros nove candidatos tiveram todos menos de cinco por cento, tendo o mais votado de entre eles sido Mamadu Iaiá Djaló, do PND, com 4,56%.

João Mário Vaz, conhecido como JOMAV, era ministro das Finanças do governo derrubado pelo golpe de há dois anos e desagrada à actual chefia das Forças Armadas. Nuno Nabiam, presidente da Agência de Aviação Civil, que concorreu como independente, tinha o apoio de Kumba Ialá, que fez a maior parte da campanha ao seu lado. São-lhe atribuídas ligações à cúpula militar.

O golpe liderado por António Indjai, chefe das Forças Armadas, derrubou há dois anos o Governo do então primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, Cadogo, à época líder do PAIGC — partido que entretanto integrou o governo de transição. Gomes Júnior, agora exilado em Cabo Verde, viu a sua candidatura presidencial a estas eleições inviabilizada pela força política a que pertence, para não hostilizar a hierarquia militar. Em 2012 era ele o candidato e foi o mais votado na primeira volta, com quase 49%.

O que aconteceu há dois anos leva a que o período seguinte à divulgação dos resultados eleitorais seja encarado com apreensão. Fernando Vaz, ministro de Estado e porta-voz do Governo de transição, líder de um pequeno partido, a União Patriótica Guineense, acusou na quarta-feira — antes da divulgação dos resultados — o representante das Nações Unidas na Guiné-Bissau, José Ramos-Horta, e a eurodeputada portuguesa Ana Gomes de se imiscuírem nos assuntos internos da do país.

O político guineense disse, segundo a Lusa, que o representante das Nações Unidas tem mantido “encontros secretos” e dado orientações sobre os cargos de primeiro-ministro, Presidente e líder dos militares. No caso da eurodeputada, acusa-a de pretender desestabilizar o país por ter dito à agência de notícias que a Comunidade Económica dos Estados da Africa Ocidental (CEDEAO) patrocinou o golpe de 2012.

A CEDEAO, que apoiou o poder transitório instaurado após o golpe, prometeu desta vez, nas palavras do presidente da sua comissão, Kadré Désiré Ouédraogo, “tolerância zero para um acesso não constitucional ao poder” e decidiu manter até Dezembro deste ano a missão de cerca de 750 militares que tem no país.

http://www.publico.pt/mundo/noticia/paigc-ganha-legislativas-na-guinebissau-presidenciais-vao-ter-segunda-volta-1632577
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RESULTADO DAS ELEIÇOES 2014 DEVE SAIR EM UMA SEMANA

Cerca de 775.508 cidadãos guineenses foram chamados à urnas neste domingo (13.04) para escolherem um novo presidente e elegerem os 102 deputados da Assembleia Nacional Popular.
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Como previsto, as urnas fecharam às 17 horas u.t.c nas eleições gerais deste domingo (13.04) na Guiné-Bissau que decorreram sem incidentes, de acordo com várias fontes ligadas ao processo eleitoral.

Também e de acordo com fontes das diferentes missões de observação eleitoral no país, tanto na capital como no interior foram detetados apenas pequenos problemas que não afetam a votação.


A CNE deverá apresentar os resultados definitivos das eleições dentro de uma semana.

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Uma artéria movimentada da capital guineense, Bissau
Neste dia de votação, a cidade de Bissau, acordou por volta das 5 horas da manhã com as ruas cheias de pessoas que procuravam desesperadamente as suas assembleias de voto, como foi o caso de Bacar Mané.

“Vim às cinco horas da manhã e fiquei à espera por um bom tempo para poder exercer o meu direito cívico. Foi difícil, mas consegui votar”.
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Dados avançados pela Comissão Nacional de Eleições indicaram que a taxa de participação poderá oscilar entre 60 a 70 por cento, uma das "mais significativas" na história do país. Foram 2.983 mesas de voto no território nacional, 28 na diáspora. Todas abriram por volta das 7h da manhã e fecharam as 17h tempo de Bissau.
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Guineenses à espera de votar
Cada eleitor teve a oportunidade de preencher dois boletins de voto com 13 candidatos presidenciais e 15 partidos que concorreram para as legislativas, que mais tarde irão constituir a Assembleia Nacional Popular.

Uma imagem que terá marcado a votação dos guineenses, foi a do Chefe dos militares que há dois anos e um dia liderou o golpe militar.

António Indjai deslocou-se na manhã deste domingo à mesa onde deveria votar vestido com trajes tradicionais dos muçulmanos, ou seja completamente de branco e soltou duas pombas brancas logo após ter introduzido o seu boletim de voto na urna. À imprensa, disse apenas PAZ, PAZ.
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António Indjai, Chefe das Forças Armadas
Por seu turno,Serifo Nhamadjo, presidente de Transição, que cumpriu o dever cívico na sua residência privada no Bairro Militar em Bissau, pediu para que os candidatos aceitassem os resultados desta votação.

“Aos partidos políticos e aos candidatos apelo para que aceitem os resultados que serão anunciados pela CNE (Comissão Nacional de Eleições). Ganhe quem ganhar...mas devemos ser capazes de ultrapassar o atual momento na paz e tranquilidade”.
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Wahl Guinea-Bissau 2014
Presidente Serifo Nhamadjo
Já os candidatos às eleições presidenciais proferiram quase todos os mesmos discursos e manifestaram-se confiantes na vitória. Paulo Gomes, candidato independente, fez questão de deixar claro que esta é uma oportunidade única para mudar o rumo do país.

“O voto hoje foi um ato importante que servirá para mudar o rumo da Guiné-Bissau. Há uma consciência muito forte no seio da população guineense. Tudo está nas suas mãos e essa população compreendeu que esta é uma oportunidade única”.

Abel Incada, candidato do Partido da Renovação Social, disse aos jornalistas no local onde votou que os guineenses deveriam votar no candidato que vai promover a verdadeira reconciliação entre os guineenses.

“As eleições significam mudanças e desta vez estamos a contar que o desenvolvimento da Guiné-Bissau arranque de uma vez para sempre”.
Por seu turno, José Mário Vaz, candidato do PAIGC às presidenciais, que votou no jardim Teresa Badinca, no bairro da Tchada, em Bissau, falou da estabilização do país, após essas eleições. “Precisamos estabilizar o país e a Guiné-Bissau só ficará estabilizada com a participação de todos os guineenses.
Também, Nuno Nabiam candidato independente a presidente da Guiné-Bissau, destacou que o país acaba de dar um passo importante rumo à mudança.

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BRASIL COLABORA COM PROCESSO ELEITORAL NA GUINE-BISSAU

Apesar da ruptura das relações bilaterais após o golpe de Estado aplicado por forças militares após o primeiro turno das eleições de março de 2012, o Brasil presta cooperação técnica nas eleições presidenciais e legislativas que ocorrem neste domingo (13) na Guiné-Bissau. 

Uma missão formada por seis técnicos de diversas áreas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais trabalha no país desde fevereiro na organização da maior votação da história do país e que marcará a volta do regime democrático.

De acordo com o TSE, o objetivo da missão brasileira é contribuir na criação de um banco de dados de 775 mil eleitores cadastrados e auxiliar na formação de técnicos locais que possam processar as informações. Um grande recenseamento foi realizado no país entre dezembro de 2013 e fevereiro deste ano, elevando o número de eleitores registrados para mais de 180 mil, aumento de mais de 30% no número 593 mil aptos a votar em 2012.

O recenseamento gera otimismo em relação à legitimidade do resultado. Em entrevista à Rádio da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), o embaixador Antonio Patriota, representante brasileiro junto ao órgão, disse que o recadastramento eleitoral é um “fator que ampliou o eleitorado e diminuiu a margem para fraudes e alegações de fraudes”. Pelo Brasil, Patriota assumiu, em janeiro, a presidência da Comissão de Consolidação da Paz da ONU e visitou a capital do país, Bissau, para iniciar o planejamento de ações estratégicas a serem desenvolvidas pela comissão após as eleições.

Durante a visita, o Brasil assinou termo de cessão de uso do Centro de Formação das Forças de Segurança de João Landim para o treinamento de policiais encarregados da segurança nas eleições. O centro, inaugurado pelo Brasil em 2011, em cooperação com a ONU, tem o objetivo de formar e capacitar pessoal das Forças Armadas da Guiné-Bissau, mas ainda não foi usado para esse fim em decorrência do golpe de Estado aplicado no ano seguinte.

As eleições presidenciais e legislativas da Guiné-Bissau estavam marcadas, originalmente, para o dia 24 e novembro de 2013, mas foi adiada duas vezes por razões financeiras e logísticas. Após o recenseamento e a doação de US$ 30 milhões por parte da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental, do Timor Leste e da União Europeia, o pleito finalmente se realiza hoje. Cerca de 370 observadores internacionais estarão no país acompanhando as eleições, que contarão com 2.983 mesas de votação, sendo 28 em outros seis países, para guineenses residentes no Senegal, na Gâmbia, na Guiné-Conacri, em Cabo Verde, Portugal, na Espanha e França.

Segundo o TSE, desde 2004, já foram enviadas seis missões técnicas da Justiça Eleitoral brasileira para auxiliar a Guiné-Bissau em suas eleições. A cooperação não envolve, no entanto, cessão de equipamentos ou urnas eletrônicas. Em 2010, uma declaração conjunta do TSE e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa foi assinada, prevendo a cooperação brasileira para o aprimoramento dos sistemas eleitorais nos países lusófonos.Brasil participa de eleições em Guiné-Bissau.

MAIS INSTAVEL DOS PAISES DE LINGUA PORTUGUESA, GUINE-BISSAU REALIZA ELEIÇOES

Desde sua independência, reconhecida por Portugal em 1974, a Guiné-Bissau, país mais instável entre aqueles que têm o português como língua oficial, nunca teve um presidente que conseguisse completar seu mandato. Golpes, contragolpes e até assassinato levaram o país a uma grande instabilidade política, impactando também sua economia. 

Depois do último golpe militar, em 2012, o país, que tem 1,6 milhão de habitantes e uma área menor que a do estado do Rio de Janeiro, tenta retornar, neste domingo (13), à democracia, com eleições presidenciais e legislativas. Treze candidatos tiveram suas candidaturas validadas à Presidência e 15 partidos apresentaram suas listas fechadas para as eleições proporcionais legislativas.

Em março de 2012, após a morte do então presidente Malam Bacai Sanhá, por causa desconhecida, em um hospital de Paris, foram realizadas novas eleições. Entre o primeiro e segundo turnos, no entanto, um golpe militar foi aplicado. O ex-primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior, do Partido Africano da Independência da Guiné e de Cabo Verde (PAIGC), que tinha se afastado para concorrer na eleição presidencial foi o mais votado no primeiro turno, com 48.97% dos votos válidos, teve sua casa invadida e foi preso, assim como o presidente interino Raimundo Pereira.

Depois do Comando Militar assumir o poder, a Presidência foi passada, em 11 de maio, para um governo de transição chefiado por Manuel Serifo Nhamadjo, dissidente do PAIGC e que havia conquistado apenas 15,75% dos votos no primeiro turno. Em consequência do golpe, no entanto, países como o Brasil, que tinham projetos de cooperação em andamento com a Guiné-Bissau, que inaugurou em 2011 o Centro de Formação das Forças de Segurança de João Landim, na capital Bissau, suspenderam as relações bilaterais.

Sem ajuda de outros países, a nação africana, que é altamente dependente da exploração da castanha-de-caju, se isolou e agravou ainda mais sua precária economia. O índice de desenvolvimento humano do país é um dos mais baixos do planeta, influenciados por taxas como a de analfabetismo, que assola 45% da população adulta, e de trabalho infantil, que atinge 38% das crianças guineenses, de acordo com estudo recente do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Além disso, há indícios de que a Guiné-Bissau tenha se tornado, nos últimos anos, centro da rota do tráfico de cocaína da América do Sul para a Europa.

Apesar do histórico ruim, especialistas acreditam que o país tem potencial para se reorganizar e crescer economicamente. A Comissão de Consolidação da Paz (CCP) da ONU, presidida pelo Brasil desde janeiro, expressou entendimento de que, nestas eleições, há menos espaço de manobra para atores que pretendam interferir de modo ilegítimo no processo eleitoral, principalmente as Forças Armadas.

No discurso de posse na presidência da CCP, o embaixador Antonio Patriota disse que a posição brasileira à frente da comissão chamará a atenção da comunidade internacional para os enormes potenciais da Guiné-Bissau e as oportunidades de apoiar a estabilidade no país.

“Com recursos naturais, potencial econômico - pesca, mineração, portos -, presença de quadros qualificados, ausência de conflitos étnicos ou religiosos e de separatismos, pequena população e território bem dotado de terras agrícolas, a Guiné-Bissau precisa de relativamente poucos recursos para diversificar sua economia, fortalecer suas instituições, avançar em sua coesão social e melhorar seus indicadores sociais”,explicou.

Alguns especialistas na área internacional ouvidos pela Agência Brasil defenderam que a Guiné-Bissau também precisa realizar uma reforma no setor de segurança do país, historicamente ligado aos golpes de Estado, com definição de seu papel, formação adequada de novos agentes e aposentadoria dos mais antigos. A partir dos resultados das eleições e de um novo processo de estabilização da Guiné-Bissau, o Brasil pretende, finalmente, usar para seu fim o Centro de Formação das Forças de Segurança de João Landim, restabelecer e ampliar a cooperação bilateral com o país lusófono africano.

Em entrevista à Rádio ONU, Patriota ressaltou que o Brasil tem um “grande potencial” para cooperar com a Guiné-Bissau “sobretudo na capacitação de profissionais, porque há uma carência de gestores, de servidores do Estado”. Ele disse que o governo brasileiro também poderá apoiar na reforma e modernização do setor de defesa e segurança.