DJURTUS EMPATAM COM A ZÂMBIA

DESPORTO / FUTEBOL / SELECÇÃO NACIONAL

Depois de 25 horas de viagem até à Zâmbia, a Guiné-Bissau empatou a zero com os "Chipolopolos"

Lembre-se que o itinerário da comitiva guineense, composta por 20 jogadores, seis dirigentes e corpo técnico, incluiu uma escala superior a 14 horas em Roma, onde os jogadores pagaram do próprio bolso a estadia num hotel, e de onde seguiram para a Etiópia. De lá, viajaram para a Zâmbia de autocarro.

Apesar dos obstáculos, com o empate, os Djurtus garantiram o primeiro ponto na fase de qualificação para a Taça das Nações Africanas 2017.

No primeiro jogo da fase de qualificação e mesmo sem treinar, a seleção da Guiné-Bissau conseguiu conquistar o primeiro ponto no Grupo E, depois de uma viagem até à Zâmbia que esteve envolta em polémica.

Os jogadores manifestaram-se indignados na sexta-feira com as dificuldades na viagem de Lisboa, onde se concentraram, até Lusaca.


A equipa treinada pelo português Paulo Torres viajou para Itália e dali para a Etiópia, onde ainda se encontrava na sexta-feira para fazer uma longa viagem de autocarro e chegar à Zâmbia poucas horas antes do jogo.

"Gostava de saber quem escolheu esta rota. Isto é um crime, o que estão a fazer connosco", referiu Zezinho, um dos jogadores, ouvido através de telefone por uma rádio local de Bissau.


Paulo Torres, treinador da Guiné-Bissau, passou por uma experiência que não esquecerá....
 .